Em agosto desse ano, foi descriminalizado o porte de uma pequena quantidade de maconha para uso pessoal e que não cause danos a terceiros na Argentina. Sobre o assunto, o ministro do meio ambiente Carlos Mink comentou em show de reggae que no futebol, o Brasil está na frente da Argentina, mas não quanto à descriminalização. Ainda adicionou: “Nós temos que virar esse jogo aqui para acabar com a hipocrisia”. Mas se considerarmos experiências de descriminalização anteriores, danos a saúde do usuário e a sociedade e a própria lei brasileira podemos facilmente verificar que o ministro está equivocado.
A lei atual ajuda a desestimular o uso da droga. Se seu uso foi liberado sem nenhum tipo de punição, maiores seriam os gastos para reabilitação de usuário pelo sistema único de saúde (SUS), sem contar que alguns usuários desenvolvem certa tolerância ao usá-la constantemente, o que leva a procura por outras drogas ainda mais fortes.
Não é errado dizer que se a maconha é proibida, assim também deveriam ser o álcool e cigarro. Mas as drogas consideradas lícitas já são socialmente aceitas, o que não acontece em relação à maconha. E enquanto a sua aceitação puder ser evitada, melhor será.
Liberado em 1996 na Holanda, autoridades de Amsterdam anunciaram que vão fechar pelo menos metade dos cafés e bordeis no centro da cidade onde a maconha é comercializada. O objetivo é fechar as lojas que geram a criminalidade, e de certa forma realizar uma operação limpeza do centro da cidade, que se encontra decadente.
O uso da maconha faz mal aos pulmões, a memória e leva a dependência. Reduz a produção de testosterona, conseqüentemente diminuindo a capacidade reprodutiva. Reduz a capacidade de aprendizado e memorização, aumenta a pressão sanguínea, além de provocar ansiedade e ataques de pânico.
Enquanto o país não tiver uma política forte de prevenção ao uso e educação, orientando principalmente os jovens, é inviável a descriminalização do uso de maconha ou de qualquer outro tipo de droga. A lei existe em beneficio da saúde e segurança pública e não visando apenas o consumidor, além de não restringir e punir o porte para uso pessoal, já que a escolha pelo consumo é do individuo.
"Eu queria muito que esse documentário não fosse necessário. Mas ele é mesmo indispensável. Acho que todas as pessoas tem o direito de saber o que acontece por trás desse hábito aparentemente inocente de comer carne. Pode parecer um ato banal, mas ele interfere diretamente na sua saúde, no nosso meio ambiente e no bem estar dos animais."
Assistam até o fim. E depois, se sobrar tempo, assista Terráqueos, disponível do youtube.
Fabiane Barros Neiva. Fa. 17 anos . fica velha 16 de abril. 3º ano. Campo Grande. Vegetariana. Pensa demais. Fala demais. Direita Demais. Se pudesse escolher uma banda, U2 e uma música, Beautiful Day. S2 padrinhos mágico, house m.d, gg, o mundo de sofia e a menina que roubava livros. paixão pelo Brasil. irracional, de religião indefinida e pra sempre, um metamorfose ambulante. sol, calor demais, lugares lotados demais, gente grudenta demais, exatas, hipocrisia, ignorância e tédio
O blog
O nome do blog é o mesmo de uma música do U2. Significa tempestade elétrica e tem letra e ritmo ótimo. Para ver a letra original